Auxílio não pode ser definitivo, diz presidente

Hoje, quarta feira, 05 de agosto, o atual presidente Jair Bolsonaro declarou que o pagamento do benefício não poderá ser concedido por mais tempo, por conta do alto custo do auxílio para os cofres públicos.

“Não dá para continuar muito porque, por mês, custa R$ 50 bi. A economia tem que funcionar. E alguns governadores teimam ainda em manter tudo fechado”, disse Bolsonaro na área interna do Palácio da Alvorada. 

No último domingo, dia 2 de agosto, Bolsonaro já havia criticado aqueles que defendem que o auxílio seja definitivoAlguns estão defendendo o auxílio definitivo. Esses mesmos que quebraram os estados deles, esse mesmo governador que quebrou seu estado, está defendendo agora o auxílio de forma permanente. Só que, por mês, são R$ 50 bilhões. Vão arrebentar com a economia do Brasil”, disse o presidente. 

O programa já demanda R$ 254,2 bilhões e representa a medida mais cara do pacote anticriseDe acordo com técnicos do Ministério da Economia, o auxílio emergencial tem um custo mensal de aproximadamente R$ 50 bilhões. Por isso, a prorrogação com as mesmas regras até o fim do ano faria o custo total chegar a R$ 450 bilhões (quase cinco vezes o rombo de todo o governo em 2019, de R$ 95 bilhões). 

O ministro da Economia, Paulo Guedes, defende o valor de R$ 200. Segundo o ministro, o valor representa aproximadamente a média recebida no Bolsa Família, e que o auxílio não poderia ser maior do que isso.