Amanhã a prorrogação do auxílio emergencial será confirmada por Bolsonaro

Bolsonaro segue discutindo o valor do próximo auxílio emergencial. A declaração foi dada após reunião com Paulo Guedes, ministro da Economia, e outros integrantes do governo. De acordo com o presidente, o governo deve definir até amanhã, sexta-feira (28), o valor da prorrogação do auxílio.

Segundo o presidente, o valor da prorrogação será menor que os atuais R$ 600, pago durante cinco parcelas. O presidente também já afirmou que a intenção do governo é prorrogar o auxílio até dezembro de 2020.

“O governo fez sua parte […] Acredito que nós tenhamos evitado aí a perda de muitos empregos. Apresentou-se o auxílio emergencial por três meses. Já prorrogamos por mais dois, acaba esse mês. E nós pretendemos prorrogar –pretendemos, né?– até o final do ano, não com este valor que está aí, que pode até ser pouco para quem recebe, mas é muito para quem paga. Quem paga somos todos nós. E não é dinheiro que o governo tem. Isso vem de endividamento. Então, nós estamos negociando”, disse.

De acordo com o presidente, a reunião com a equipe econômica deu andamento no assunto. “Demos mais um passo no tocante a isso daí, porque nós acreditamos que teremos mais um endividamento, não na ordem de R$ 50 bilhões por mês, como é este auxílio emergencial no momento, de R$ 600, mas diminuir um pouco esse valor para ver se a economia pega”, afirmou.

Bolsonaro também revelou que a reunião tratou de temas como o lançamento do programa Pró-Brasil, mas que ainda não fecharam os detalhes.

Na última quarta-feira (26), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a falar sobre a prorrogação do auxílio emergencial, que atualmente paga cinco parcelas de R$ 600 aos beneficiários.

A declaração foi dada durante a reinauguração do Alto-Forno 1, da Usiminas, em Ipatinga, no Vale do Aço. O presidente já havia revelado que pretende prorrogar o auxílio até dezembro de 2020.

Até agora, entretanto, o valor da prorrogação ainda não foi definido. A equipe econômica do governo, liderada por Paulo Guedes, ministro da Economia, defende novas parcelas de R$ R$ 200. O presidente afirmou que será encontrado um “meio-termo”. De acordo com ele, a prorrogação não pagará nem R$ 200 e nem os atuais R$ 600.

Avalie este artigo